quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Silenciando o trovão

Amanheceu chovendo... 

sinto a luminosidade preencher meu quarto aos poucos, 
e da mesma forma vou acordando, me preparando para mais um dia.

Lembrei-me da pessoa que conheci, 
de uma forma inesperada, 
só conheço suas palavras, 
só a vejo por retratos.

Existem coisas neste mundo que vem como um desafio, 
é presciso superar, consquistar objetivos.

Pensando nisso decidi-me, enquanto tomava meu café...


vou cavalgar por chuva e sol, noite e dia, 
até chegar ao meu destino, 
o coração daquela que me conforta.

O trovão sussurra ao vento meu fracasso, mas eu resisto, 
pois meu dever é forte, minha honra não se abala.

vou cavalgar por chuva e sol, noite e dia, 
até chegar ao meu destino, 
o coração daquela que me conforta.

Lembrei-me da pessoa que conheci, 
de uma forma inesperada, 
só conheço suas palavras, 
só a vejo por retratos.

Eu raptei o meu amor do convivio dela, 
agora nós vamos partir...


O trovão sussurra ao vento meu fracasso, mas eu resisto, 
pois meu dever é forte, minha honra não se abala.

Existem coisas neste mundo que vem como um desafio, 
é presciso superar, consquistar objetivos.

A chuva limpa toda minha duvida, 
enquanto ela meu aperta forte, 
e me diz que não pode se separar, 
que precisa do meu amor, do meu calor.

Cavalgo para a colina, onde construi minha casa, 
agora trago a responsavel, pelo meu sorriso.


Anoitece.. chovendo, e eu durmo junto de minha amada.

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